Para aumentar a produção agropecuária, o produtor rural usa os fertilizantes há muito tempo <https://blog.multitecnica.com.br/historia-dos-fertilizantes> . Mas, com a evolução do ambiente rural, ultimamente alguns grupos de fertilizantes ganharam maior representatividade, cada um com suas características e especificidades. Basicamente são 4 os grupos principais mais comuns:

  1. Fertilizante mineral;
  2. Fertilizante orgânico;
  3. Fertilizantes organominerais;
  4. Biofertilizantes

Todos os fertilizantes são compostos basicamente por Macronutrientes e Micronutrientes, sendo que o primeiro grupo apresenta maior necessidade por parte das plantas e o segundo são caracterizados por serem mais ativos no metabolismo secundário das plantas, como já explicamos mais detalhadamente acima.

Apesar de essencial, a aplicação do fertilizante requer alguns cuidados

O uso do fertilizante certamente traz muitas vantagens à agricultura, mas para isso o agricultor precisa considerar e ponderar diversos cuidados <https://blog.multitecnica.com.br/fertilizante-vantagens-e-cuidados> , possibilitando que a relação custo-benefício da fertilização seja a melhor possível.

Assim, independentemente do fertilizante utilizado, o primeiro cuidado deve ser a prévia avaliação do solo, momento onde serão analisados as condições e propriedades físicas e químicas do solo utilizado.

A partir dessa análise será possível fazer a melhor escolha do fertilizante, além da dosagem necessária e forma de aplicação.

Neste contexto é interessante que se adote o conceito dos “4 Cs” no manejo dos fertilizantes, cujos princípios fundamentais são:

* O que aplicar (fonte correta)?

Quais nutrientes devem fazer parte do fertilizante?

* Quanto aplicar (dose correta)?

Quais as doses mais adequadas de cada nutriente devem ser utilizadas para atender a necessidade da planta?

* Quando aplicar (época correta)?

Em qual período da cultura ou do ciclo, os nutrientes devem ser aportados?

* Onde aplicar (local correto)?

Qual deve ser o local mais apropriado para aplicar cada um dos nutrientes para que haja maior disponibilidade para a cultura? É melhor a adubação no solo (raiz) ou via aérea (nas plantas).

Com a resposta destes questionamentos, o conhecimento das formas de ação, aplicação e vias de absorção se tornam conhecidos, possibilitando a maximização dos resultados quanto da aplicação de fertilizantes.

Formas de aplicação e como aplicar cada tipo de fertilizante?

Entre as formas de aplicação do fertilizante, quatro são as opções que mais se destacam no cenário agrícola:

– Na semeadura: Nesta forma, o fertilizante é aplicado juntamente com o plantio, sendo depositado no solo pouco abaixo das sementes, permitindo um desenvolvimento mais rápido na fase inicial.

A aplicação do fertilizante na semeadura é bastante utilizada para aplicar essencialmente fertilizantes químicos e granulados.

– A lanço: Com essa forma de adubação é possível parcelar as doses de fertilizantes que são aplicadas na cultura ao longo do seu ciclo de vida, podendo ser realizado antes da germinação das sementes ou em cobertura.

Ideal para fertilizantes químicos e granulados, além de orgânicos e produtos em pó (calcário e gesso) utilizados na correção do solo.

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– Por meio das irrigações (fertirrigação): consiste na diluição de uma fórmula líquida, a qual é aplicada na lavoura por meio dos pivôs de irrigação já instalados ou mesmo do sistema de irrigação por gotejamento.

Das opções de aplicação, essa é mais recomendada para fertilizantes líquidos, uma vez que é feita junto à irrigação da lavoura;

– Por pulverização: Caracterizada pela diluição do fertilizante em água com aplicação sobre a lavoura por meio do pulverizador, como se fosse uma calda de defensivo químico.

É a forma mais comum para o uso de fertilizantes foliares, também diluídos.

Mas qual é o melhor fertilizante?

Essa é uma dúvida bastante comum, porém na agricultura não existe “o melhor fertilizante”, existe sim aquele que se adapta melhor às características apresentadas.

Dessa forma alguns fertilizantes se mostram mais vantajosos em determinadas situações do que outros e vice-versa.

Os fertilizantes comuns, por exemplo, são ideais para prover fornecimento rápido de substâncias, mas são prejudiciais ao solo quando usados por muito tempo, devido à alta concentração de minerais e outros compostos químicos, que podem tornar a terra “pobre” ao longo do tempo.

Por outro lado, se a busca seja pelo uso constante do fertilizante, o ideal é escolher os fertilizantes orgânicos. Eles exigem menor número de aplicações, além da possibilidade de serem aproveitados por meio de resíduos produzidos na própria propriedade.

Já em solos com pH longe do ideal ou com baixíssimo nível de nutrientes, os fertilizantes organominerais mostram-se como grandes aliados, pois são capazes de recuperar de forma rápida e eficaz o meio de crescimento das plantas.

Porém, vale ressaltar que em altas concentrações podem também ser danosos ao solo.

Por fim, os biofertilizantes caracterizam-se por oferece menores riscos ao meio, pois não utilizam adubos químicos. Além disso, são eficazes, baratos e oferecem ação defensiva contra pragas.

No entanto, os biofertilizantes tem como inconveniente a necessidade de mais aplicações para surtir o efeito esperado, exigindo mais horas trabalhadas na agricultura.

Dessa forma, antes de pensar em promover o aumento da produção agrícola via uso do fertilizante é recomendável fazer análise do solo (ação muito importante), buscar por assistência técnica, além de sempre seguir todas as recomendações do fabricante.

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